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Divagações pela rua.

Quinta-feira, 10.02.05
Que grande vida a tua, segues vagueando pela rua. Contudo sem saber... Um destino estás a escrever. Sem caso nem razão tomaste-me pela mão. Só tu vida cruel é que fazes escrever vãs palavras em branco papel. Que sentido fazes? Que alegrias trazes? Vivemos e sem nunca o saber. Nem se sabe o porquê do escrever. Sou assim. Mas quem é que me fez a mim? Sou fruto de quem? Do meu pai? Da minha mãe? Talvez fruto de um sociedade sem idade cheia de crueldade e também com felicidade.
Quero saber. Alguém me pode dizer? Será senão a vida um fruto do sofrer? Não! Não tem razão, não tem fundamento. Viver na solidão da vida de sofrimento. Futuro quero-te assim sem o saber. O porquê ninguém sabe o dizer. É-se assim e ninguém o pode mudar. Será que o sofrimento tem que continuar? Não! Não será assim. Mas porquê a mim? Inconscientemente vives pela mente que mente violentamente.
Acabou-se tudo o que era feliz. Inclusive a flor caiu pela raiz. Tudo se perdeu nos terrenos que nasceu. Árido terreno que impávido enche-se de veneno. Que grande vida a tua, vagueares pela rua...

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publicado por Ogle às 19:15


2 comentários

De Anónimo a 13.02.2005 às 15:11

Ola! Sou brasileiro e acabei de fazer um blog ai em Portugal, espero contar com a sua visita! Falarei sobre as coisas do Brasil: política, economia, cultura! Com o tempo visitarei o Maximo de blogs portugueses e o noticiário, para inteirarei sobre a vida política e cultural vossas, para, porque não, mesclar no meu olhar os dois Países no meu blog! É pretensioso talvez, mas será apenas um olhar singular de um brasileiro.
http:://antoniofnogueira.blogs.sapo.pt/
Antonio F. Nogueira Jr.
</a>
(mailto:nogueirajunior01@ibest.com.br)

De Anónimo a 13.02.2005 às 14:37

Inconscientemente vives pela mente que mente inconscientemente .. Quantas mentiras enquanto tentas compreender a razão porque sofres , porque temes a vida , e vagueias nas ruas ... Que mentira é maior do que aquela que se diz ao coração , quando o que vez nada mais é um reflexo de ti mesmo... Mas qual felicidade, qual pesar quando o preto não existe sem o branco ... E a paleta está a tua frente... Qual será a necessidade de pores no papel os extanses dos teus medos , quando todos os dias realizas a tua obra ....
“Por que será que não conhecemos as respostas até encontrarmos as perguntas?” Richard Bach
Filipa
</a>
(mailto:filipa_1982@hotmail.com)

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