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Tale told by the untold

Quinta-feira, 11.10.07

          Se recomeça o ciclo de uma nova etapa. Aquela contada por aqueles que ninguém fala senão em estatísticas engraçadas. Em estudos sociológicos, em músicas do género das que passam na MTV mas que não passam nas rádios. A história que muitas pessoas passam ao lado, porque preferem não ver, porque a sua abertura não chega a esses lados. Sítios onde a inteligência é desdenhada, pela inveja ou pela pura ignorância. Mas onde como na terra de cegos, quem tem um olho é rei.

           Esta não será uma etapa de novidades que se buscam, mas verdades que se encontram no passado em busca de algo ou alguém que partilhe essas memórias de contos contados por aqueles que ninguém conta. Estes contos serão "modernos" pois a sua realidade é característica dos centros urbanos e da proximidade com a época actual. São histórias das gerações suburbanas que remontam ao pós 25 de Abril , adolescências passadas até aos dias de hoje.

            Pois a eloquência não protege senão aquele que se propões a todo o seu léxico e que consegue reconhecer o tipo de linguagem a adaptar em qualquer situação. Pois que se propondo o nome de selva urbana seremos nós humanos que habitamos nela, os animais cruéis que lutam pela sua sobrevivência. Pois com eloquência se propõe a expansão de algumas realidades protegidas de tal actos de pura inconsciência.

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publicado por Ogle às 00:01

Pedaços..

Segunda-feira, 08.10.07

    Arrancados pedaços de algo que nas entranhas apenas ficava... Aqueles sentimentos que tanto têm de positivo como de negativo, a verdadeira intensidade de uma alma, que mesmo nos momentos negativos nunca conseguiu esquecer o doce que desejava partilhar de si. Pedaços de algo que jamais foi entregue a ninguém, qual raridade somente á alguém divino.

   Guerreiro que ofuscado pelo brilho de uma falsa divindade pereceu no campo de batalha, pedaços que arrancaram da sua esperança e fé na humanidade, pois fora enganado por um humano que se fazia passar por divindade. Pedaços arrancados pelos mecanismos maquiavélicos da maquinaria do jogo do engodo e decepção que é a vida em sociedades urbanas e ditas modernas.

    Pedaços da história dos cavaleiros das urbes colocadas, jogadas a um caos, que lhe daria uma ordem, que se lhe colocaria brilho e cor ao enfado da normalidade... Pedaços arrancados a histórias de encantar que manchadas com o sangue da verdade se disfarçam em floreados.

    Mas tudo senão poeira que se tornou e a ela se retornou... Pois no fim não há mais nada senão as pegadas que não se apagam, as memórias que irão perdurar, o momento da vida. Todos os planos de batalha se irão provar falhados no final, pois nesta guerra não há verdadeiros vencedores mas um bando de derrotados. Largados aos pedaços arrancados por tudo aquilo que nos desfaz a alma.

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publicado por Ogle às 00:10




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