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Segunda-feira, 01.11.04
E porquê fazê-lo? Porque os nossos impulsos assim nos comandam... levados pelos impulsos, sejam eles reflectidos ou não, cometemos tudo. Aqueles que a consciência compreende e desenvolve, aqueles que a inconsciência move e não compreendemos. Tudo para evoluir o todo.
Será melhor nesta altura reflectir sobre o todo. Qual todo é que desenvolvemos e evoluímos? Será de refrisar que cada uma individualidade é um todo e a junção de várias um todo maior. Depois será de descobrir a que todo é que nos queremos aferir. Não que isso possibilite uma mera adesão a um todo menor, mas que a partir de todos menores se vá aglomerando outros em núcleos já estruturados e cada vez maiores. Exemplificando: nós corpo, um todo; nós alma, outro todo; nós corpo e alma, eu todo; eu em família, um conjunto formando um todo; eu e ele somos nós; uma rua, um bairro, uma cidade, um país, um continente, o planeta, o sistema solar... Nós todos! A Humanidade! Aquilo que nos distingue dos animais que seguem os impulsos somente por instinto.
Nós humanos criamos para desenvolver a humanidade. A humanidade em nós que por consequência desenvolve a dos outros. O que nos distingue dos outros seres vivos. É isso que nos torna especiais.
Distuinguir conceitos como bondade e maldade. Aferir a cada um deles outros dois como belo e horrível. E a esses dois criação e destruição. Escolher criar porque é belo e bom. Porque isso é a humanidade que todos desejam mas nem todos a têm. Os que a têm desenvolvem essa humanidade pois acham ser a correcta. Os que não a têm acham que a humanidade é algum tipo de fraqueza, pois os fortes não têm esses desejos. Mas no fundo poderá ser essa a batalha entre o bem e o mal. Aqueles que escolhem pelo bem acreditam vencer, assim como os que fazem o mal acabam por ver o quanto desolador é o fim a que se reservam. Pois acabam por destruir tudo o que amam nas suas vidas. E acabam na solidão da destruição, do nada.

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publicado por Ogle às 17:23

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Segunda-feira, 01.11.04
Impulso: acto de impelir; incitamento; impeto; esforço; segundo o filósofo Bergson " Força primitivamente homogénea que se orientou em múltlipas direcções divergentes (vida vegetativa, instinto, inteligência) mas sob as suas formas diversificadas conserva algo da realidade primeira.
Se é algo da realidade primeira, se seria homogénea ao início, então porquê achar que é divergente? Porque não apenas uma evolução por expansão?! Quanto maior o círculo mais pontos equidestantes do centro tem, mas o centro é sempre o mesmo.
Certamente que a evoluçáo não será constante nas suas variadas formas diversificadas, e não formará um círculo perfeito de evolução, uma vez que esses pontos se expandirão conforme as condições sejam contrárias ou favoráveis a essa expansão.
Mas o impulso será a força motriz á evolução. A força da realidade primeira que incita á evolução por expansão... Tal como o universo se expande tudo o acompanha. O impulso de criação como o seu início criador.
Força explosiva, evolutiva, expansiva. Seguir o impulso como a realidade primeira. Criar como o início o foi- uma criação, uma realidade, uma verdade. A verdade do todo, ao centro, no início. A verdade que conheço, o centro no equilíbrio, o início da criação. O impeto do criador.

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publicado por Ogle às 02:03





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