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Quinta-feira, 18.11.04
Mas é uma luta constante e desgastante. O cansaço por vezes abate-nos e não conseguimos ter forças para continuar num evolutivo constante. Por vezes temos necessidade de parar e avaliar o ponto de situação por forma a optar por um rumo em que consigamos colocar novamente toda a força necessária.
Desistir parece por vezes a solução... desistir da evoluçao, da criação, de nós próprios. Mas depois encontramos aquela criação que nos é particular, aquela que se faz sem esforço, sem cansaço, aquela que nos restabelece as energias para prosseguir com a evolução. A criação por desabafo, aquela que nos abstrai de tudo o resto. No seu momento de existência inicial. A criação terapêutica como alguns psicólogos gostam de chamar. Uma criação restabelecedora do caos que é a nossa imaginação fervilhante e a nossa vida quotidiana. Restabelecendo o caos e impondo-lhe uma ordem. Uma linha evolutiva de crescimento perpétuo.

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publicado por Ogle às 12:32


1 comentário

De Anónimo a 18.11.2004 às 17:30

A espontaneidade morreu quando as palavras foram comedidas na solidão ,
Quando o passado bruscamente levou novas ilusões de inocência sem prévio aviso .
Quantas vezes não te vi em sequelas , noites e dias de intensa insensatez onde o humor
se comercializa em dozes corrompidas de falta de originalidade e os corpos se tornam
escravos de um prazer enaltecido …
Talvez viesses depressa demais e trouxesses contigo uma boa doce de loucura , de um olhar critico e ultra perfeccionista onde um suspiro é suficiente para abalar os frágeis suportes de uma imperfeita existência una e múltipla deixando-te num desagrado e sentido de ironia constante.
Ris , brincas apenas para ti como bom egoísta que es ou talvez apenas frágil esperando o dia em que as normas sociais se tornem menos ofuscas de novo e a tua vida deixe de ser um jogo monótono de monopolização de sentimentos .
Reinventas-te , queres que te acolham como és sem panos negros ou coloridos num exacerbado recalcamento do ser humano que apenas mostra como queria ser . ..
Reves-te no desejo universal de reconhecimento e individualidade… e … em quantos escrevo eu estas linhas , egos , sozinhos, perdidos sem idade …
Deixa-me tirar-te as roupas , tudo o que tens para que possas viver agora sem ilusões , tentar de novo .Nada tens a dizer quando o que dizes nada é senão o reflexo de múltiplas personalidades de uma organização cívica caótica .
No final vês este teu novo ser sem a insensatez das regras de psicologia que é apenas a carne moldada num barro quebradiço inventado por alguém .
O teu verdadeiro conhecimento não advém de escritos passados nem na esperança de um futuro que nunca virá , mas sim do poder de analise e satisfação de ser insatisfeito até que tudo se torne demasiado simples neste presente …
Poderás agora descansar ao meu lado , sem me exigires que fale sobre o que nao sei, sem quereres ser tu proprio o teu heroi ?
Quantas palavras , Homem ?
Filipa
</a>
(mailto:milledjus@sapo.pt)

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